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Comprimir vídeo

NADA É ENVIADO — RODA NO SEU NAVEGADOR
QualidadeEquilibrada

Reduzir a resolução é a maior economia disponível, e a que quase ninguém lembra. Um clipe que vai para o celular raramente precisa de 4K.

A primeira execução baixa o motor de vídeo de 31 MB.

Sem limite porque não há servidor

Conversores online limitam tamanho porque cada minuto seu custa banda e servidor deles. Aqui o vídeo nunca é enviado: uma versão do FFmpeg compilada para WebAssembly roda dentro da aba, lê o arquivo do seu disco e grava o resultado de volta. Sem upload para esperar, sem fila, sem cota diária, sem marca d'água — e o teto real é a memória da sua própria máquina.

A troca honesta: a primeira conversão baixa uns 31 MB de motor (uma vez por aba), e o processamento usa o seu processador — um vídeo longo leva tempo real. Em conexão lenta, ainda assim costuma vencer: só o upload de um arquivo grande já demoraria mais que a conversão inteira aqui.

O que esperar do resultado

Filmagem de celular e gravação de tela caem para metade a um décimo, porque vêm gravadas num bitrate muito acima do que o conteúdo precisa. Vídeo que já passou por rede social tem pouco a ceder — já foi comprimido uma vez. O ajuste de qualidade controla o fator de taxa constante: menor número, mais detalhe, arquivo maior; o padrão fica visualmente próximo do original cortando o tamanho de forma substancial.

Comprima o que importa, corte o que sobra

Se o vídeo tem dois minutos de sobra nas pontas, cortar antes de comprimir economiza mais que qualquer ajuste — e o corte é instantâneo, sem re-codificar. Som desnecessário? O tirar som remove a trilha sem tocar na imagem.

De volta um arquivo comum

O resultado é um MP4 em H.264 — o formato que toca em praticamente tudo, do WhatsApp à televisão. Um MOV de iPhone que só precisava trocar de embrulho nem precisa passar por aqui: o MOV para MP4 reescreve o contêiner sem re-codificar, em segundos.

Privacidade que se verifica

Vídeo pessoal é a última coisa para entregar a um site. Aqui dá para conferir a promessa: abra a aba de rede do navegador durante uma conversão — nenhuma requisição carrega o vídeo — ou desligue a internet depois de a página abrir e comprima do mesmo jeito.

Perguntas frequentes

Existe limite de tamanho de arquivo?

Nenhum é imposto, porque não há o que impor — o arquivo nunca é enviado, então ninguém está pagando banda nem servidor por ele. O teto real é a memória do aparelho: o vídeo fica na RAM enquanto é trabalhado, e um celular com pouca memória livre sofre com um arquivo que um notebook nem sente.

Por que a primeira conversão demora para começar?

O motor de vídeo é uma versão WebAssembly do FFmpeg com 31 MB, baixada uma vez antes da primeira conversão. Depois ela fica em memória enquanto a aba estiver aberta — a segunda e a terceira começam na hora.

Quanto o vídeo vai diminuir?

Em geral entre a metade e um décimo do original, dependendo do que ele é. Filmagem de celular e gravação de tela comprimem muito, porque costumam vir num bitrate bem maior do que o conteúdo precisa. Um vídeo já comprimido uma vez — qualquer coisa baixada de rede social — tem bem menos a ceder.

A qualidade cai?

Um pouco, e você escolhe quanto. O ajuste controla o fator de taxa constante: números menores guardam mais detalhe e produzem arquivo maior. O padrão foi escolhido para ficar visualmente próximo do original em filmagem comum, cortando o tamanho substancialmente.

Por que é mais lento que um conversor online?

Porque roda na sua máquina, não num servidor com hardware dedicado de vídeo. Em troca, o arquivo nunca sai, não há upload para esperar antes e não há cota diária. Num arquivo grande em conexão lenta, isso costuma ser mais rápido no total — só o upload já levaria mais tempo que a conversão inteira aqui.