Gerador de hash SHA-256 e SHA-1
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O uso número um: conferir downloads
A página de download publica o SHA-256 do arquivo; você calcula o da sua cópia e compara. Um byte diferente e os hashes ficam completamente distintos — é assim que se sabe que o instalador chegou inteiro e intacto. Texto ou arquivo, inclusive arquivos de gigabytes: tudo é lido do disco e processado na sua máquina.
Mão única, de verdade
Hash não se reverte. Os sites que parecem reverter estão consultando tabelas gigantes de entradas comuns pré-calculadas — razão exata pela qual valores curtos ou previsíveis nunca devem ser “protegidos” por um hash puro.
Por que sem MD5
MD5 está quebrado para segurança — dá para fabricar dois arquivos com o mesmo hash — e o SHA-1 vai pelo mesmo caminho. A Web Crypto API do navegador se recusa a implementar MD5, e este site usa a API nativa. O SHA-1 aparece só para conferência contra sistemas antigos que ainda o publicam.
Senhas não se guardam com SHA
SHA foi feito para ser rápido — o oposto do que armazenamento de senha precisa. Para senhas, o trabalho é de bcrypt, scrypt ou Argon2, com salt único por usuário. Para gerar uma senha forte, o gerador de senhas usa a mesma fonte criptográfica do navegador.
Nada sobe para lugar nenhum
O arquivo é lido e processado em memória, na sua máquina — pode conferir um arquivo privado ou uma imagem de disco inteira. A aba de rede do navegador mostra: nenhuma requisição carrega nada.
Perguntas frequentes
Para que serve um hash?
Na maioria das vezes, para conferir que um arquivo chegou intacto. A página de download publica o SHA-256; você calcula o da sua cópia e compara. Se um único byte diferir, os dois hashes ficam completamente diferentes.
Dá para recuperar o texto original a partir do hash?
Não. Hash é de mão única por construção. Sites que parecem reverter um hash estão só procurando numa tabela gigante de entradas comuns pré-calculadas — exatamente o motivo de valores curtos ou previsíveis nunca deverem ser protegidos por um hash puro.
Por que não tem MD5 aqui?
MD5 — e cada vez mais o SHA-1 — está quebrado para fins de segurança: dá para fabricar dois arquivos diferentes com o mesmo hash. A Web Crypto API se recusa deliberadamente a implementar MD5. O SHA-1 está incluído só para conferência contra sistemas antigos que ainda o publicam.
Devo guardar senhas com SHA-256?
Não. As funções SHA foram feitas para serem rápidas — o oposto do que armazenamento de senha precisa. Use um algoritmo deliberadamente lento e feito para isso, como bcrypt, scrypt ou Argon2, sempre com salt único por usuário.
Calcular o hash de um arquivo grande faz upload dele?
Não. O arquivo é lido do seu disco e processado na memória da sua máquina — nada é transmitido. Dá para conferir com tranquilidade um arquivo privado ou uma imagem de disco de vários gigabytes.